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Terça-feira, 03 de Novembro 2026
Santarém

Avanço dos incêndios faz Prefeitura de Santarém solicitar reunião extraordinária com a ministra do Meio Ambiente

Diante do agravamento das queimadas e do acúmulo de fumaça na região, gestão municipal busca articulação direta com a ministra Marina Silva para reforço de contingente e logística de combate do governo federal no Baixo Amazonas.

Avanço dos incêndios faz Prefeitura de Santarém solicitar reunião extraordinária com a ministra do Meio Ambiente
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O avanço descontrolado dos focos de incêndio e a degradação da qualidade do ar no Oeste do Pará levaram a Prefeitura Municipal de Santarém a buscar articulação direta com o topo do governo federal. O prefeito solicitou formalmente uma agenda de reunião extraordinária com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, para tratar de ações emergenciais de contenção e combate às queimadas no município.

O pedido ocorre em um momento crítico, no qual Santarém se encontra sob os efeitos do Decreto nº 792/2026, que declarou emergência ambiental e estabeleceu a proibição total do uso do fogo por 180 dias.

Reforço Federal e Apoio Operacional

A reunião solicitada junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) busca garantir a ampliação do contingente de brigadistas do Prevfogo/Ibama e do ICMBio, além do apoio de aeronaves de combate a incêndios e apoio logístico para suprir as equipes que atuam de forma ininterrupta nas áreas rurais e nas Unidades de Conservação, como a APA de Alter do Chão.

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Mesmo com o empenho das forças locais — compostas pelo Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e brigadas comunitárias voluntárias —, a extensão da estiagem e a incidência de ventos fortes exigem uma estrutura de suporte federal de grande porte.

Manifestação e Integração das Ações

Além do combate direto em campo, a gestão municipal busca que o governo federal auxilie no monitoramento via satélite das áreas atingidas para alimentar as investigações conduzidas em parceria com a Polícia Civil, com o objetivo de identificar e punir responsáveis por eventuais queimadas criminosas.

"A situação exige resposta rápida e integração total entre o município, o estado e o governo federal. Precisamos de reforço logístico e de homens em campo para controlar os pontos críticos e proteger a saúde da nossa população e o patrimônio natural do Tapajós", destaca a representação do município.

O Pará Política segue acompanhando os desdobramentos da agenda em Brasília e a resposta dos órgãos ambientais federais para o Baixo Amazonas.

FONTE/CRÉDITOS: Redes Sociais

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Ivan Leão

Publicado por:

Ivan Leão

Redação do Pará Política.

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