O ex-presidente foi impedido de
comparecer à posse do presidente
norte-americano depois que o
ministro do Supremo Tribunal
Federal, Alexandre de Moraes,
negou por duas vezes a devolução
de seu passaporte. O magistrado
concordou com a Procuradoria-
Geral da República que näo há
interesse público na viagem de
Bolsonaro aos EUA e que as
condições que fizeram com que o
documento dele fosse retido continuam valendo.
O passaporte de Bolsonaro foi apreendido há quase um ano, em fevereiro de 2024. Segundo a decisão que embasou a operação, havia risco de que o ex-presidente fugisse do país em meio às investigações sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022.
Quando questionado como Trump poderia intervir na situação, Bolsonaro completou: “Se ele me convidou, ele tem a certeza que pode colaborar com a democracia do Brasil afastando inelegibilidades políticas, como essas duas minhas que tive”, iniciou.
“Só a presença dele, o que ele quer, só ações. Não vai admitir certas pessoas pelo mundo perseguindo opositores, o que chama de lawfare, que ele sofre lá. Grande semelhança entre ele e eu. Também sofreu atentado. Não vou dar palpite, nem sugestão, ele sabe o que está acontecendo”.
