Diante da crescente tensão no Oriente Médio, manifestei meu posicionamento sobre um tema que ameaça a paz global: os recentes ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O Itamaraty, em nota oficial, condenou com veemência a ofensiva, que teve como alvo três instalações nucleares iranianas Fordow, Natanz e Isfahan bombardeadas por aviões B-2 norte-americanos, numa ação sem precedentes.

“Os ataques violam a Carta das Nações Unidas, colocam civis em risco e ameaçam a estabilidade global”, destacou o governo brasileiro.
Concordo plenamente com essa avaliação. O momento exige cautela, diálogo e diplomacia. Não se pode aceitar que ações unilaterais, ainda mais envolvendo armamentos estratégicos, coloquem o mundo à beira de um conflito armado de grandes proporções.
É urgente que os líderes internacionais retomem os canais de negociação e priorizem a paz. O risco de escalada militar é real, e as consequências humanas, políticas e econômicas seriam devastadoras.
Como cidadão atento e comprometido com a justiça internacional, me junto ao apelo por serenidade. A diplomacia precisa vencer.

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