A economia paraense alcançou um marco histórico na formalização de negócios
O resultado reflete o dinamismo do setor produtivo local e é amplamente sustentado pelos pequenos empreendedores, pela expansão dos setores de comércio e serviços e pela desburocratização dos processos de registro nas diversas regiões do estado
Perfil dos Negócios e Digitalização
Do total de empresas constituídas no período, a imensa maioria pertence às categorias de pequeno porte
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Microempreendedores Individuais (MEIs): Cerca de 420 mil registros (maior fatia do mercado)
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Microempresas (MEs): 172 mil estabelecimentos
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Empresas de Pequeno Porte (EPPs): 40 mil empreendimentos
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Entre os setores econômicos com maior volume de formalizações destacam-se o comércio varejista de vestuário e acessórios, a promoção de vendas e o comércio varejista de mercadorias em geral (com foco no segmento alimentício)
De acordo com a Jucepa, a simplificação e a digitalização dos serviços da Junta Comercial foram decisivas para reduzir travas burocráticas, permitindo que novos empresários iniciem atividades de baixo risco com rapidez
"O desafio não se limita a facilitar a abertura de empresas, envolve criar condições para que os negócios mantenham suas atividades após o encerramento de ciclos excepcionais de investimentos e grandes eventos", destacou o gerente de tecnologia da Jucepa, Thiago Pacheco
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Incentivo ao Empreendedorismo
Além da modernização de processos, programas institucionais vêm estimulando o surgimento de novos negócios no estado
O avanço na abertura de empresas fortalece a geração de emprego e renda nos polos urbanos e no interior paraense, consolidando a autonomia dos pequenos negócios na matriz econômica do estado
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