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Segunda-feira, 25 de Maio 2026
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Câmara dos Deputados tenta barrar nova regra sobre sobras eleitorais para manter atuais parlamentares

Câmara recorre ao STF para manter mandato de atuais deputados em disputa sobre sobras eleitorais

Câmara dos Deputados tenta barrar nova regra sobre sobras eleitorais para manter atuais parlamentares
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A Câmara dos Deputados entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender os efeitos de uma decisão que altera as regras de distribuição das chamadas sobras eleitorais — os votos que restam após a primeira etapa de definição de cadeiras nas eleições proporcionais.

 

A mudança, validada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), poderá abrir espaço para a entrada de novos parlamentares que hoje estão fora da Câmara, afetando diretamente a composição atual da Casa.

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📌 O que está em jogo

 

 

O recurso tenta impedir que a nova interpretação da regra seja aplicada retroativamente às eleições de 2022. Caso seja mantida, a reinterpretação pode alterar a bancada de alguns partidos, redistribuindo vagas com base em critérios que favorecem candidaturas com mais votos nominais, mesmo de partidos menores.

 

Segundo analistas, a reviravolta jurídica pode causar efeito dominó, retirando o mandato de deputados eleitos com base nas regras anteriores. A Câmara, por sua vez, defende que a mudança fere o princípio da segurança jurídica e compromete a estabilidade institucional.

 

 

🔍 Contexto: o que são sobras eleitorais?

 

 

No sistema proporcional brasileiro, após a distribuição das cadeiras com base nos quocientes partidários, as “sobras” são os votos que não foram suficientes para garantir vagas diretas. Essas sobras são redistribuídas conforme regras estabelecidas pela legislação e pela Justiça Eleitoral.

 

 

🧭 O que acontece agora?

 

 

O caso está nas mãos do STF, que deverá decidir se mantém a decisão do TSE ou atende ao pedido da Câmara. Enquanto isso, o clima é de incerteza entre partidos e parlamentares, especialmente aqueles que podem ser diretamente afetados pela recontagem.

Ivan Leão

Publicado por:

Ivan Leão

Redação do Pará Política.

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