A administração da economia brasileira, sob a égide do então ministro Paulo Guedes e do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, deixou “uma arapuca” montada. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teve como desviar da armadilha e o dólar começou a disparar, no fim do ano passado.

Consciência
Ainda afirmou que “uma das coisas mais importantes para que a gente possa controlar o preço é o próprio povo”, e que “o povo não pode ser extorquido” com elevação do valor de produtos após aumentos salariais.
— Se você vai num supermercado aí em Salvador e desconfia que tal produto está caro, você não compra. Se todo mundo tiver essa consciência e não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter que baixar (o preço), senão vai estragar (na prateleira) — acrescentou.
Segundo Lula, o crédito está em expansão e haverá medidas anunciadas sobre o tema nas próximas semanas “porque o dinheiro tem que circular”.
Expectativa
A disparada do dólar no fim de 2024 foi considerada um reflexo de variações no mercado internacional após a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos; além de reação de investidores a incertezas em relação à trajetória de aumento da dívida pública, depois de uma frustração com a expectativa de um ajuste de gastos pelo governo.
Nas últimas semanas, a cotação da moeda norte-americana entrou em queda, e Lula reafirma que não fará “bravatas” para conter os preços dos alimentos.

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