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Terça-feira, 21 de Abril 2026

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Quilombolas reconhecem avanços e projetam futuro com a implantação do Sistema Jurisdicional de REDD+ no Pará

O protagonismo das comunidades quilombolas ganha um novo capítulo no Pará com a consolidação do Sistema Jurisdicional de REDD+, uma política pública que une preservação ambiental, justiça climática e geração de oportunidades para quem historicamente protege a floresta.

Quilombolas reconhecem avanços e projetam futuro com a implantação do Sistema Jurisdicional de REDD+ no Pará
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Construído pelo Governo do Estado com diálogo permanente, escuta ativa e participação direta das comunidades tradicionais, o sistema representa um avanço concreto na valorização dos povos quilombolas como guardiões do território e da biodiversidade amazônica.

Protagonismo que vira política pública

Pá

Mais do que uma estratégia ambiental, o REDD+ no Pará nasce com base na governança participativa. As comunidades quilombolas não são apenas beneficiárias — são parte ativa na construção das regras, dos critérios e da aplicação dos recursos.

Esse modelo fortalece a segurança territorial, amplia a autonomia comunitária e reconhece que a conservação ambiental sempre esteve no centro da cultura e da organização social quilombola.

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Desenvolvimento com justiça climática

Pá

O Sistema Jurisdicional de REDD+ cria mecanismos para captar recursos internacionais vinculados à redução do desmatamento e à manutenção da floresta em pé. Esses investimentos podem se transformar em:

  • Projetos de geração de renda sustentável

  • Fortalecimento da agricultura familiar

  • Apoio à educação e infraestrutura comunitária

  • Incentivo à bioeconomia e às cadeias produtivas locais

Ao alinhar preservação ambiental com inclusão social, o Pará consolida uma agenda moderna, estratégica e conectada às exigências globais de sustentabilidade.

Um modelo para o Brasil

Pá

Em um cenário mundial cada vez mais atento às mudanças climáticas, o Estado assume posição de destaque ao estruturar um sistema jurisdicional robusto, transparente e com participação popular.

O reconhecimento das comunidades quilombolas demonstra que o desenvolvimento sustentável não pode ser construído sem quem vive, produz e protege a floresta há gerações.

O futuro projetado pelas lideranças quilombolas é claro: mais segurança, mais oportunidades e mais dignidade — com a floresta em pé e as comunidades fortalecidas.

📎 Mais informações: Agência Pará

FONTE/CRÉDITOS: INSTAGRAM: @PARAPOLITICAA_A
Comentários:
Ivan Leão

Publicado por:

Ivan Leão

Redação do Pará Política.

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