A revolta é geral em Itaituba. O povo, que um dia confiou e deu votos ao agora Deputado Estadual Wescley Tomaz, hoje se sente traído, humilhado e completamente desvalorizado. Em uma jogada política considerada por muitos como um verdadeiro tapa na cara dos itaitubenses, Wescley ignorou os talentos e lideranças locais para privilegiar seus aliados de Novo Progresso — sua panelinha pessoal — nomeando-os para cargos estratégicos no município.
Mas o escândalo não para por aí. A cereja do bolo? O deputado ainda colocou sua própria esposa como secretária adjunta, com um salário que ultrapassa os R$ 10 mil reais, enquanto o povo enfrenta dificuldades e profissionais capacitados da cidade são descartados sem nenhuma justificativa.
Esse desrespeito virou combustível para uma onda de indignação que cresce nas ruas, nas redes sociais e nos bastidores políticos. A população já fala em uníssono: “Nas urnas, ele vai pagar.”
Enquanto tenta se consolidar como liderança na cidade das pepitas, Wescley parece esquecer que Valmir Climaco ainda é o verdadeiro gigante político de Itaituba — amado por muitos e com um legado de liderança consolidado. Além disso, nomes como Hilton Aguiar e a ascensão de Ellayne D’Almeida, carismática e representante fiel da direita, colocam a reeleição de Wescley em risco real.
Para completar, o flerte descarado com a esquerda, em troca de cargos estaduais e benesses políticas, deixou o deputado completamente queimado entre os eleitores mais conservadores, que agora enxergam nele um oportunista político sem raízes firmes na cidade que o elegeu.
A contagem regressiva começou. Em Itaituba, o nome Wescley Tomaz já não representa mais esperança — representa decepção. E em 2026, o povo promete mostrar que quem trai sua terra, não volta.
