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Quinta-feira, 30 de Abril 2026

Notícias/Brasil

'Continuarei atuando', diz Zambelli após mandato cassado pelo TRE-SP.

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) minimizou a decisão de cassação do mandato pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) nesta quinta-feira (30). Cabe recurso.

'Continuarei atuando', diz Zambelli após mandato cassado pelo TRE-SP.
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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) minimizou a decisão de cassação do mandato pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) nesta quinta-feira (30). Cabe recurso.

O que aconteceu

Zambelli disse que recebeu decisão com "serenidade".

"Recebi com serenidade a tentativa do TRE de cassar meu mandato por 5 votos a 2, numa tentativa de anular a voz dos 946.244 cidadãos paulistas", disse, em nota.

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Nota divulgada por Zambelli afirma ainda que "cassação não terá efeitos imediatos". "Continuarem atuando como deputada federal, com posição ferrenha contra o atual desgoverno, até o encerramento dos recursos cabíveis", diz.

"Fica claro que a perseguição política em nosso país, contra os conservadores, é visível como o sol do meio-dia. Continuarei a lutar todos os dias da minha vida ao lado de vocês, para que tenhamos a esperança de um Brasil próspero e digno para o povo brasileiro".

Carla Zambelli, após cassação

Decisão teve 5 votos a favor e 2 contra. Além da cassação de mandato, a parlamentar deve ficar inelegível por oito anos. A deputada deve recorrer e acionar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tentar reverter a determinação.

Zambelli é acusada de abusar de meios de comunicação nas eleições de 2022. 

No TRE-SP, prevaleceu o entendimento de que a deputada divulgou informações inverídicas sobre o processo eleitoral de 2022 e montou uma "teia de desinformação", utilizando as redes sociais e sites para abusar dos meios de comunicação.

Pedido de cassação foi feito pela deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP). De acordo com a parlamentar, Zambelli divulgou vídeos que questionavam a lisura das eleições. Havia posts com ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal e o sistema eleitoral — como a notícia falsa de que urnas haviam sido manipuladas em Itapeva (SP).

A defesa se baseou na popularidade de Zambelli para explicar a disseminação de mentiras nas redes sociais. "As postagens mencionadas não tiveram impulsionamento pago", disse a advogada da defesa, Flavia Guth. "Não há sequer demonstração de efeitos concretos dessas postagens", disse ela no julgamento.

FONTE/CRÉDITOS: Uol
Ivan Leão

Publicado por:

Ivan Leão

Redação do Pará Política.

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