As frutas foram os itens que mais pesaram no bolso, avanço de 94,25% no período.
De acordo com a Rico, essa alta pode ser atribuída às condições climáticas adversas que afetam a produção, além do aumento nos preços dos insumos e o crescimento do custo de logística.
As enchentes provocada pelas chuvas no Rio Grande do Sul em maio e abril deste ano impactaram o escoamento de diversos produtos e levantaram o alerta de como eventos climáticos podem pressionar a inflação.
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Já em setembro, as frutas ficaram mais caras devido ao calor e estiagem, em meio à seca e queimadas que atingiam diversas regiões do Brasil.
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FONTE/CRÉDITOS: Cnn

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